Antes de içar a lâmina, o algoz suplica ao condenado: "Você me perdoa?"

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domingo, 2 de dezembro de 2012

Lançamento do livro "Dostoiévski e Bergman - O niilismo da modernidade"

 Fiódor Dostoiévski (1821-1881)

 
Ingmar Bergman (1918-2007)


Meus amigos,

Gostaria convidar a todos para o lançamento do livro


Dostoiévski e Bergman
O niilismo da modernidade


Local:
Editora Intermeios – Casa de Artes e Livros
Rua Luís Murat, 40 – Pinheiros
(Nas imediações do metrô Sumaré, linha verde)
Telefones: 2338-8851; 2338-7473

Data: 08 de dezembro, sábado.

Horário: 18h.

Eis o prefácio do livro em questão para que vocês conheçam a trajetória que envolveu Dostoiévski e Bergman e o projeto da Intermeios.


Meus amigos,

Gostaria convidar a todos para o lançamento do livro


Dostoiévski e Bergman
O niilismo da modernidade


Local:
Editora Intermeios – Casa de Artes e Livros
Rua Luís Murat, 40 – Pinheiros
(Nas imediações do metrô Sumaré, linha verde)
Telefones: 2338-8851; 2338-7473

Data: 08 de dezembro, sábado.

Horário: 18h.

Eis o prefácio do livro em questão para que vocês conheçam a trajetória que envolveu Dostoiévski e Bergman e o projeto da Intermeios.


Do curso ao livro
Um prólogo aos diálogos entre
Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman

A Editora Intermeios – Casa de Artes e Livros, entre março e abril de 2012, deu início a um ousado projeto para estimular a reflexão e a produção (para-)acadêmicas.
         Do curso ao livro: a partir da iniciativa empreendedora dos proprietários Joaquim Antonio Pereira, poeta e editor, e Cecília Almeida Salles, professora de pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, criou-se a ideia de entrelaçar as reflexões e debates gerados pelos cursos temáticos à produção de artigos por parte dos professores e alunos. Ao fim e ao cabo, os artigos compilados pretendem consolidar a trajetória de cada curso por meio de livros a serem publicados pela Editora Intermeios, que assim sintetiza a sua proposta cultural: casa de artes e livros.
         O primeiro curso a se transformar em livro procurou trazer à tona um diálogo sobre

O niilismo da modernidade pelos prismas de
Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman

            O curso foi dividido em quatro módulos, cada um composto por duas aulas. Abaixo exponho a sinopse do curso e o desenvolvimento das aulas de acordo com os núcleos temáticos.

Sinopse do curso
Ao sepultar Deus, a instância suprema a partir da qual emanariam e sobre a qual recairiam os princípios e fins éticos, a modernidade arremessa o ser humano em um turbilhão relativista em meio ao qual tudo o que é sólido desmancha no ar. Pelos prismas do escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881) e do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007), analisaremos a ascensão paradoxal do nada como princípio (anti-)ético normativo – eis o Reino de Nihil, o niilismo. Os filmes O sétimo selo (1956) e a trilogia do silêncio – Através de um espelho (1961), Luz de inverno (1962) e O silêncio (1963) – dialogarão com o parricida Ivan Karamázov (Os Irmãos Karamázov), o homicida Raskólnikov (Crime e Castigo), a reencarnação de Cristo, o Príncipe Míchkin (O Idiota), e a encarnação do niilismo, o homem do subsolo (Memórias do Subsolo), de modo a estabelecermos a genealogia do relativismo ético desde o século XIX até os seus desdobramentos pelas diversas esferas existenciais ao longo do trágico século XX.

Módulo 1: Se Deus não existe, tudo é permitido
Aulas 1 e 2: Discussão entre o filme O sétimo selo e o dilema parricida de Ivan, o Karamázov (Os Irmãos Karamázov). Que significa dizer “se Deus não existe, tudo é permitido”? Em última instância, portanto, seria Deus o bastião da ética? Diante da ausência do Pai, nada mais conteria o hedonismo dos filhos órfãos? Enquanto a simbologia dostoievskiana faz do ateu Ivan o mentor intelectual do assassinato de Fiódor Pávlovitch, seu pai, o nobre cruzado de Bergman procura ludibriar a Morte – Deus se confunde com o silêncio – até que o xeque-mate sentencie a colagem do sétimo selo.

Módulo 2: Memórias do subsolo através de um espelho
Aulas 3 e 4: Discussão entre o filme Através de um espelho e o dilema homicida de Ródion Românovitch, também conhecido como Raskólnikov (Crime e Castigo). Se Deus não existe e tudo é permitido, os homens extraordinários precisam assumir o seu quinhão e espraiar a dominação irrestrita – quiçá para o bem da humanidade. Sendo assim, o super-homem Raskólnikov cinde a têmpora da usurária Amália Ivânovna, o arquétipo do piolho ordinário, como prova cabal para verificar se pode ascender à indiferença ética própria a um Napoleão. Enquanto isso, em algum lugar da Suécia de Bergman que sempre nos parece contígua, um escritor-discípulo de Raskólnikov assiste impassível a uma derradeira fonte de inspiração: o colapso mental da própria filha.

Módulo 3: A opaca luz de inverno acalenta o niilismo
Aulas 5 e 6: Discussão entre o filme Luz de Inverno e o dilema autofágico daquele que se concebe como o paradoxalista do subsolo (Memórias do Subsolo). O pastor Tomas Ericsson – filho distante do sensualista Tomé, para quem crer significa ver – celebra o culto já sem o prazer de sorver o vinho. Antes de sua experiência devastadora em meio à guerra civil espanhola, Deus lhe aparecia como o princípio único, ideal e orgânico de todas as coisas. Mas seria possível adorar o Senhor quando corpos mutilados só querem o encontro com o sétimo selo? Crescei e multiplicai-vos: antes o pão, agora as ogivas. Tomas Ericsson aproxima-se de São Judas Iscariotes: Deus transforma-se em um deus-eco, um porto seguro – e sempre silencioso – onde a angústia seria calada; um deus-aranha em cuja teia o relativismo tenderia a ser imobilizado. “Será?” – o homem do subsolo prontamente irrompe e o interrompe. Por que aceitar Deus como um muro derradeiro diante do qual devemos nos aquietar? “Em meu subsolo”, prosseguiria o paradoxalista dostoievskiano, “apenas o nada me faz companhia”. Poderia a consciência conviver de forma tão incestuosa com a potencial diluição de si mesma?

Módulo 4: O silêncio do diálogo
A beleza salvará o mundo! (Príncipe Míchkin)
O mundo salvará a beleza? (Ivan Karamázov)
Aulas 7 e 8: Discussão entre o filme O Silêncio e a quimera trágico-cristã do Príncipe Míchkin (O Idiota). Poderia alguém viver concretamente a máxima “ame ao próximo como a ti mesmo” nos dias de hoje? (Ivan Karamázov prontamente se insinua: (1) A história humana, em algum momento, já teria sido palco do amor mútuo? (2) Cristo e seu sadismo refinado: somos coagidos ao amor, daí a coerência do “ide e pregai-vos” – na cruz.) Pois o Príncipe Míchkin pretende dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus: Rogójin, o Judas assassino de Nastácia Filíppovna, recebe o consolo cristão de Míchkin. Mero detalhe o fato de a bela Nastácia ser a bem amada do Príncipe. Não à toa a consciência de Míchkin encontra na idiotia, na loucura, a síntese para o entrechoque dialético de tais polos irreconciliáveis – a piedade cristã e a vingança mundana. Ora, O Silêncio de Bergman corrói os laços fraternos. Em meio à Guerra Hitlerista, uma criança tem o privilégio alquebrado de contrastar seu tanque em miniatura com o blindado nada silencioso a rasgar as ruas. Enquanto isso, a mãe se prostitui gratuitamente embriagada pelo mesmo prazer do suicida prédio abaixo: “16º andar, 15º andar: até aqui vai tudo bem, até aqui vai tudo bem; 6º andar, 5º andar: até aqui vai tudo bem, até aqui vai tudo bem”. Mas não, “a beleza salvará o mundo!” – brada o Príncipe Míchkin das profundezas de sua masmorra insana. Rasgado por um sorriso de soslaio, Ivan, o Karamázov, sintetiza a nossa tragédia: “mas, por um mero acaso, o mundo salvará a beleza, meu caro?”

            A partir das aulas expositivas e dos debates por elas gerados, os alunos e este professor desenvolvemos ensaios que desdobrassem as temáticas do curso em estreito diálogo com as pesquisas que cada um desenvolve seja no âmbito da pós-gradução, seja no âmbito da graduação.
         O primeiro grupo de ensaios desenvolveu um diálogo entre Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman.
         Ieda Lebensztayn[1], em Derrotas e roteiros à janela da arte: fresta de Bergman, cartas de Dostoiévski e Graciliano, desenvolve um texto com belo fluxo autoral, ao longo do qual discorre sobre a angústia da expressão artística para os três autores em questão. A fresta bergmaniana através de um espelho e as cartas legadas por Dostoiévski e Graciliano, para Ieda, assumiriam um papel de contínua (res)significação de suas trajetórias artísticas, de seus dilemas e dos problemas cujas contínuas indagações suas obras só faziam prolongar e reverberar.
Diogo Basei Garcia[2], em A morte ou o silêncio de Deus: Ausência de referências e a crise da autoridade no mundo contemporâneo, lança mão das aporias epocais legadas por Dostoiévski e Bergman para refletir sobre a crise de autoridade e seus desdobramentos no âmbito escolar.

É muito comum ouvir no meio escolar que as crianças de hoje não respeitam mais o professor ou seus próprios pais. Normalmente esse lamento acompanha um certo ar saudosista, pois “antigamente era diferente”. De fato observamos crianças enfrentando adultos em diversas ocasiões; a escola culpa os pais, os pais culpam a escola, de modo que nenhuma instituição consegue mais exercer sua autoridade de modo satisfatório. Se não há disciplina, não há educação.
Quais as razões dessa crise? Em que medida o questionamento da autoridade é positivo? É possível reagir a uma situação como essa? O que pode ser feito? Essas questões nortearão o texto que se segue, numa tentativa de compreender melhor esse fenômeno e de pensar saídas para esse conflito que tanto preocupa pais e educadores.
           
O segundo grupo de ensaios discorre sobre temas variados da obra de Fiódor Dostoiévski .
         Em O Sermão da Estepe: Ivan Karamázov e a filosofia dostoievskiana da história, Flávio Ricardo Vassoler[3] não pretende

(...) simplesmente afirmar ou negar a profunda religiosidade de Dostoiévski ou mesmo fichá-lo como um subversivo junto aos inquéritos do DOPS da crítica literária. A meu ver, a obra de Dostoiévski enforma-se segundo o movimento da contradição. Teses e antíteses são postas e pressupostas, entrechocam-se sem solução, de modo que uma síntese parcial tende a subsumir o caráter irresoluto dos embates dialógicos em função do hasteamento da bandeira de uma determinada ideologia. Ao invés de separar de modo imiscível e polar cristianismo e socialismo, procurarei demonstrar de que modo tais polaridades a priori antípodas tornam-se mutuamente recíprocas na filosofia da história subjacente a O Grande Inquisidor, quinto capítulo do Livro V d’Os Irmãos Karamázov, último romance de Dostoiévski. Ao analisar o movimento contraditório da filosofia dostoievskiana da história, espero lançar luz sobre as aporias que aproximam as teses do grande inquisidor dos conflitos de nossa época.
       
Alexandre Buccini[4] e Mariana Wartusch[5], em Memórias da Arte, desenvolveram um ensaio que

(...) pretende discutir algumas das noções de arte, influenciadas pelo pensamento marxiano, e como a obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski poderia ser considerada arte por esta concepção.
Não pretendemos aprofundar, no trabalho em questão, a análise de nenhuma obra de Dostoiévski em particular, quando citamos este ou aquele livro do autor; pretendemos ilustrar um panorama geral sobre as ideias estéticas de Marx e de um marxismo não vulgar, portanto considerado marxiano. A arte, para os marxistas e marxianos, foi muito debatida, contudo, extraímos da concepção dialética de vida e arte o ponto comum e fulcral que todos eles teriam sobre essa atividade dos humanos.

            Talita Mochiute Cruz[6], em Notas sobre o anti-herói em Dostoiévski e Beckett, entrevê “ecos do homem do subsolo, protagonista de Memórias do Subsolo (1864), de Dostoiévski, [que] podem ser percebidos em Molloy (1951), de Beckett, no qual o protagonista solitário também está em um quarto narrando/escrevendo suas histórias”.

Molloy faz parte da galeria de anti-heróis típicos do romance moderno, marcados pela impossibilidade de ação e pela consciência tortuosa. Como outras personagens beckettianas, ele pertence à linhagem de anti-heróis da tradição do romance russo do século XIX, repleta de exemplos daqueles que se recusam à ação e isolam-se como forma de contestação. (...)
Cabe então rever essa herança entre o homem do subsolo e Molloy, pontuando quais são as conexões e as dissonâncias entre eles, sem deixar de ter no horizonte o pano de fundo do processo da modernidade. Ao olhar para esses personagens-narradores, talvez possamos compreender um pouco mais as relações entre homem/sociedade e forma/processo social, que encontram expressão no romance.

            Dênis Henrique Cabrerizo da Silva[7], em O Mal, o Niilismo e a Condição Humana em “O Grande Inquisidor”, volta-se a

(...) uma análise dos principais aspectos do pensamento dostoievskiano (...) [para que possamos abordar], num primeiro momento e de forma geral, a configuração do mal e do niilismo na obra de Dostoiévski, ao que se sucederá a aplicação destes mesmos conceitos, somados à reflexão de Dostoiévski, sobre a condição humana, por intermédio de uma breve análise do capítulo O Grande Inquisidor, trecho fulcral da obra Os Irmãos Karamázov.

            O terceiro grupo de ensaios, por sua vez, analisa a cinematografia de Ingmar Bergman, com ênfase nos filmes estudados durante o curso.
         Andreia Rocha Vasconcellos[8] discorre sobre O sétimo selo (1956) e analisa A última ceia como a irrupção da Graça.

No Princípio eram os morangos. Morangos ao leite, morangos silvestres. Um oásis em meio à tragédia d’O sétimo selo. Antonius Block, o cruzado que só faz questionar o silêncio de Deus, viverá uma epifania ao lado da família de artistas mambembes: Jof, Mia e o pequeno Mikael. Eis a irrupção da Graça. Mas a Morte pálida e iminente é a expectadora de tal comunhão telúrica que, a despeito de sua beleza e positividade, já não consegue reconciliar o silêncio de Deus com o mundo repleto de gritos e sussurros.

            Pedro Max Schwarz[9], em O silêncio de Deus nos filmes O sétimo selo, Através de um espelho e Luz de Inverno, parte de uma pergunta bergmaniana fundamental: “Se Deus existe, por que ele permanece em silêncio?”

Este ensaio mostra como o silêncio de Deus foi desenvolvido ao longo dos três filmes mencionados, através da narrativa e da imagem. Pontos importantes das tramas são revelados, mas as histórias dos filmes não são contadas na íntegra: só são narrados os trechos em que a temática do silêncio de Deus se faz presente. A exceção é o filme Luz de Inverno, que é narrado do início ao fim, apenas porque essa temática está presente desde a primeira cena até a última.

            Feitas as apresentações do curso e dos ensaios dele oriundos, voltamos a convidá-los para o lançamento do livro no próximo sábado, dia 08, às 18h, na Editora Intermeios (Rua Luís Murat, 40, Pinheiros), com a expectativa de que os leitores sintam e vivenciem a mesma atmosfera de debates estimulantes e prolíficos que os alunos e este professor puderam construir a partir das obras de Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman.

Flávio Ricardo Vassoler


[1] Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada, doutora em Literatura Brasileira (fflch-usp), pós-doutoranda no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (ieb-usp), bolsista da Fapesp. Autora de Graciliano Ramos e a Novidade: o astrônomo do inferno e os meninos impossíveis. São Paulo: Hedra, 2010.
[2] Mestre em Pedagogia e Educação pela FE-USP e professor de História dos Ensinos Fundamental II e Médio das redes municipal, estadual e particular.
[3] Mestre e doutorando em Teoria Literária e Literatura Comparada pela FFLCH-USP. Professor do curso em questão.
[4] Graduação em Ciências Sociais, Geografia e Direito. Doutorando em Sociologia da Imagem (Cinema), pela UNCuyo – Universidad Nacional de Cuyo – Mendoza, Argentina. Pesquisa em Cinema Documentário.
[5] Graduanda em Letras pela FFLCH-USP. Campo de pesquisa: literatura brasileira e música. Pesquisadora da obra de Vinicius de Moraes.
[6] Jornalista e aluna da pós-graduação (mestrado) do programa de Teoria Literária e Literatura Comparada da FFLCH-USP.
[7] Graduando em Filosofia pela FFLCH-USP e em Relações Internacionais pela PUC-SP.
[8] Mestranda em Ciências da Religião pela PUC-SP.
[9] Graduando em Imagem e Som pela UFSCar.

21 comentários:

  1. Grande Flavião,

    Adorei os temas discutidos. Com certeza estarei aí para o lançamento e para te dar um abraço. Até mais ver.

    Marcelo.

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  2. Fala, Marcelo! Tudo bom?

    Então te esperarei no sábado, velho. Tomaremos um vinho por lá.

    Grande abraço,

    Flávio Ricardo

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  3. O livro é de sua autoria? Pois neste dia tenho um compromisso, mas se for o SEU, farei o possível para ir e adquirir o livro. Qual o valor?

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  4. Oi, Ethel! Tudo bom?

    O livro é de minha autoria, como professor, e de autoria dos demais alunos do curso sobre Dostoiévski e Bergman, curso ministrado na Intermeios no primeiro semestre deste ano.

    Fui o organizador do livro, escrevi o prefácio e um dos artigos.

    Espero que você possa aparecer, hein? O livro deverá custar algo em torno de R$ 30,00 a R$ 35,00.

    Um abraço,

    Flávio Ricardo

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    Respostas
    1. LEGAL PROFESSOR GOSTARIA DE TER ESTE LIVRO.

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    2. bem professor eu vou querer livro sim,bem pode guarda um pra mim, ou senão fala onde eu possa comprar.
      Um abraço.

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    3. Olá, Evani! Tudo bom?

      Na mensagem mais acima, você encontra os telefones da Editora Intermeios. Ligue para lá e converse com o Joaquim. Ele poderá providenciar a entrega do livro para você.

      Um abraço,

      Flávio Ricardo

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  5. Meu bem, a autoria do livro é de quem? Haverá outra data de lançamento/autógrafos mais para frente em dezembro?
    Obrigada.

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  6. Olá, Marina! Tudo bom?

    A autoria do livro é justamente coletiva. Eu fui o organizador do livro, tendo sido o professor do curso que o originou e o prefaciador. Daí, este professor e os demais alunos contribuíram cada um com um artigo.

    O lançamento será no próximo sábado, dia 08, no local indicado na mensagem mais acima.

    Um abraço, obrigado pela divulgação,

    Flávio Ricardo

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  7. Caro Flávio, meus sinceros parabéns. O plano geral do livro é muito instigante, e seu ensaio em particular me chama muito a atenção, porque afirmar o primado da contradição em Dostoiévski é sempre uma necessidade, ainda mais diante de uma leitura muito em voga, interessante mas limitada, calcada na "filosofia da religião" do Dostô (vc sabe de quem eu estou falando). Bem, não vou estar por aí, nem poderei adquirir um exemplar agora, mas se você tiver uma cota de volumes e estiver interessado, proponho uma permuta com "A indústria radical: leituras de cinema como arte-inquietação", que recém-organizei com Flávio Durão. É um belo volume com 400 pgs; em meu artigo (sobre Anticristo de Trierr), por sinal, cito de passagem o grande inquisidor. Em se tratando de niilismo, Dostoiévski é obrigatório... Grande abraço e, mais uma vez, meus parabéns! (olha, ainda lhe enviarei aqueles contatos... é esse tempo, que não para!)

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  8. Flávio,

    um enorme parabéns pelo maravihoso ensaio a ser lançado neste sábado.
    Segue firme na construcao de sua carreira profissional que tem tudo para ser excelente.

    Gostei do tema geral do livro e dos capítulos.

    Valeu e um abraco

    Picici (Elson)

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  9. Olá, Elson! Tudo bom?

    Muito obrigado pelos cumprimentos, fiquei contente com o apoio!

    Me fale um pouco sobre a sua trajetória. Vejo que é da Unicamp - estive no congresso do Cemarx em julho.

    Apareça sempre, Elson. Um abraço,

    Flávio Ricardo

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  10. Todo êxito!

    Abraço.

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  11. Olá, Ravel, tudo bom?

    Estou interessadíssimo na permuta, sim. Você pode me mandar o seu endereço por email? Assim, te mandarei o livro logo no início da próxima semana.

    Um abraço,

    Flávio Ricardo

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    Respostas
    1. Oi, Flávio! Desculpe, na correria de fim de ano, acabei não voltando ao seu blog... Então faremos a permuta! Mande-me, também, seu endereço. Grande abraço!

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  12. Prezado Flávio,


    boa sorte!

    Obrigada pelo convite. Gostaria de comparecer, mas será no mesmo dia da apresentação do nosso projeto de dança: Romeu e Julieta - nem um, nem outro.

    Abraços e parabéns

    Esmeralda

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  13. Querido professor! Infelizmente não poderei comparecer ao lançamento do livro, pois amanha tenho reunião de pais e apresentações na escola do meu filho.

    Mas desde já agradeço de verdade pelo convite e lhe desejo toda a sorte do mundo.

    P.S: Vou sentir falta dos nossos encontros as terças no eixo comum. rsrsrsrs

    Beijos,
    Renata Rocha

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  14. Caro Flávio,

    Parabéns pelo lançamento de seu livro! Que grande contribuição sua obra é para nós! Obrigada por isso por sua produção.

    Agradeço muito por seu amável convite e lamento muito não poder estar presente no lançamento. Tenho que ir a uma formatura.

    Mas vou querer comprar logo o seu livro.

    Abraços,

    Maruzania Soares Dias (Nemes – PUC)

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  15. Flávio,

    Era minha intenção estar em São Paulo neste final de semana... Havia duas razões fundamentais para que aí fosse: a primeira, comparecer ao lançamento do seu livro e, por extensão, conhecê-lo; a outra, visitar a Bienal que hoje se encerra no Ibirapuera. Estou desolado!

    Fica adiada minha ida à sua cidade para o primeiro trimestre de 2013. Isso se não for consumada a profecia maia que se anuncia para o próximo dia 21 de dezembro.

    Desejo-lhe muito sucesso, agora e sempre!

    Forte abraço,

    Reinaldo Benjamim

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  16. Olá, Reinaldo! Tudo bom?

    Será providencial a sua vinda a São Paulo no primeiro trimestre do próximo ano: o lançamento do meu primeiro livro, "O Evangelho segundo Talião", ocorrerá no fim de março - provavelmente, será no dia 23, um sábado.

    O livro sobre Dostoiévski e Bergman foi a concretização de um curso que ministrei no primeiro semestre. Fui o organizador do livro que contou com meu prefácio e um artigo, além de textos dos alunos do curso.

    Desde já, Benjamin, muito obrigado pela atenção!

    Em janeiro o livro já estará totalmente editado - neste momento, resta apenas o término da capa. Daí já poderei fazer o primeiro convite às pessoas que certamente quero encontrar no lançamento.

    Um grande abraço, meu amigo,

    Flávio Ricardo

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  17. Professor, boa noite.

    Gostaria de saber se ainda é possível adquirir este material. Estudo bastante sobre a construção narrativa de Dostoiévski em Crime e Castigo na sua famosa personagem, Raskólnikov. Tenho as devidas orientações de minha orientadora, e tudo o que estiver relacionado a Dostoiévski só me ajuda mais ainda na produção do meu projeto de pesquisa. Desde já, obrigado pela atenção.

    Att.:

    João Victor

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